Primeiros contactos com os Ultra Shad da Storm

A primeira vez que pesquei com os Ultra Shad foi num día de Dezembro de muito sol e muito frio.

As regras eram claras, tudo ou nada. A sombra do bolo era tão presente quanto a possibilidade de pescar um super  Lucio ou um grande Lucioperca.

Eu comecei a pescar com o Ultra Shad de 12 centímetros com a sua montagem  original de 30 grms. Para as falésias, este piki comporta-se como um míssil. É uma amostra muito aerodinâmica que afunda muito rapidamente e serpenteia muito bem os obstáculos que vai encontrando.

Depois de algum tempo, montei outro dos corpos numa das cabeças de 15 gramas e  comecei a pescar mais lento e a menos profundidade.

Após a chegada a uma encosta que desabou cerca de 45 ° eu tive uma grande sensação de toque. Era o lugar e o momento, certamente tinha um grande peixe a caçar por ali. Recolhendo o primeiro lance eu senti um golpe e apesar de levantar a cana de imediato, o fio folgou exageradamente. Era um Lucioperca muito grande que havia engolido o piki e continuou a mover-se em direção a mim. Bingo!

Este tipo de paredes são as que o Ultra Shad pesca como nenhum outro piki

O ultra shad é uma borracha muito pegajosa e resistente. Como é montado em 30 gramas, é um autentico torpedo para pescar em falésias, encostas íngremes ou nas paredes. Confrontado com este tipo de movimentos de cobertura para o fundo e trabalhando freneticamente batendo contra tudo. A acção de ultra shad é ligeiramente diferente da outros pikis, uma vez que a secção de ligação entre o corpo e a cauda é completamente redonda, como a própria cauda. Isso faz com que os seus balanços sejam circulares.

 

Monstro com Ultra Shad

Eu diria que a principal característica e o que faz a diferença de outros pikis também muito lastrados é a sua ação a cair.

É também uma amostra muito adequada para a pesca verticalmente de barco ou de pato.

Este piki com a montagem original de 30 gramas é ideal para a pesca apartir de 15 metros até aos 25. A medida que os montamos com cabeças mais leves vão perdendo essa oscilação nervosa e esses movimentos rápidos e circulares da cauda. Com 15 ou 20 gramas pesca muito bem e dá o máximo a velocidades ultra baixas.

Em 12 centímetros é um piki pequeno / médio mas com bastante corpo, com um movimento diferente e muito sedutor.

A seleção de cores é bastante original, e o relevo e a textura das escamas são muito realistas.

Todas essas características permitem-nos fazer apresentações desconhecidos para os peixes e portanto, eficazes. Sem ser um piki grande é ideal para enganar os tarolos onde quer que estejam, especialmente considerando que o anzol com que vem de fábrica é muito poderoso.

O ultra shad pousando com alguns dos seus primos

Para Luciopercas é uma amostra realmente letal, e falando de Lucios, é importante destacar que é muito eficaz e muito resistente as mordidas do esócido.

Artigo de Tomás Pellicer

Share

Balbina – Variedade e muita ação próxima a Manaus.

Inaugurada no final da década de 80, com um lago com 2.360 quilômetros quadrados e mais de 700 ilhas, a Usina Hidrelétrica de Balbina está localizada no rio Uatumã (Bacia Amazônica) no municipio de Presidente Figueiredo, no estado do Amazonas.

Nossa aventura começou a partir de São Paulo com destino ao aeroporto internacional Eduardo Gomes em Manaus, onde já estava a nossa espera o Sr. Jeff proprietario da pousada ilha do Jeff onde ficamos hospedados, nosso objetivo  era o vilarejo conhecido como Rumo certo, distante apenas 174 de Manaus por estrada pavimentada, que foi  percorrido em menos de duas horas, com muita segurança e troca de informações entre todos, Assim que chegamos as margens da represa já avistamos nossas respectivas embarcações, onde eu, meu parceiro de pescaria Herman (Hermannautica) e mais dois amigos o José e seu filho Renato frequentadores de nossa loja, iriamos passar a maior parte do tempo.

Nossos guias já estavam preparados, o Roni  guia de minha embarcação se mostrou todo tempo atencioso, cuidadoso e pronto a ajudar e olha que não é facil pilotar o barco por entre inumeras arvores, e o que mais me surpreendeu foi a habilidade do guia com o remo, em Balbina por conta das inumeras estruturas não é comum o uso do motor elétrico.

Para chegarmos até a  Ilha do Jeff,  percorremos mais 20 minutos de barco,  alêm da paisagem maravilhosa, o nascer do sol é indescritivel. Na chegada a pousada fomos recepcionados pelos funcionários que com muita competência e atenção nôs proporcionaram quatro dias de muita alegria, principalmente pelo café da manhã e o jantar saboroso, chegando até a atender meu pedido para desgustar um Pirarucu, que deixou todos com agua na boca.

Neste dia após o café da manhã, montamos nossos materiais”que não eram poucos” separamos nossa caixa de iscas artificiais e saimos para nossa batalha com os verdadeiros donos do lago, os tucunarés açus que podem passar dos 6 kg e os pacas que chegam a pesar até 4 kg, varias outras espécies são encontradas na represa, entre elas estão, trairas , Piranhas Pretas “dão medo de tão grandes” e o Aruanã que com seus saltos acrobáticos visitava nossas linhas proporcionando shows a parte.

A parte da manhã foi para descobrir-mos os locais onde os peixes estavam caçando e as iscas que surtiriam mais efeito.

Com o sol escaldante do meio dia “ por sinal mais de 40 graus” era hora da parada para o almoço, onde degustamos debaixo da sombra das arvores e no melhor estilo da região, um Tucunaré assado a beira do lago, e para acompanhar uma farofa que só existe por lá e o arroz que por vezes era deixado de lado, para comermos mais peixes, lembrando que para o almoço captura-mos peixes de até no máximo 1 kg.

No decorrer dos outros dias já sabendo os pontos onde os peixes caçavam e as iscas que mais atraiam os peixes, a captura foi facilitada e na contagem final de cada dia, mais de 60 peixes eram embarcados e soltos.

Os tucunarés de grande porte são encontrados com frequencia por lá,  e por algumas vezes chegaram a tomar linha da carretilha com freio travado, enroscando a isca nos troncos e deixando nossas garatéias abertas,  a quantidade de cardumes encontrados tambem era grande proporcionando tantas ações que por vezes cardumes de tucunarés pacas menores eram deixados para traz para irmos a procura dos bichões.

Em quatro dias de pescaria posso dizer que ficou um gostinho de quero mais, não só para mim, mas para todos os amigos que acompanharam esta empreitada a Balbina, sonho mais que realizado em todos os sentidos da palavra, fomos embora deixando para traz não só os Tucunas mas tambêm um paraiso, que se continuar protegido, continuará sendo um ótimo roteiro para pescadores do Brasil inteiro.

Dicas:

O sol é escaldante, leve protetor solar com maior fator de proteção.

As chuvas da tarde são constantes, capa de chuva se faz necessário.

Pelas muitas estruturas existentes na represa, a navegação se torna perigosa, para sua segurança utilize o colete salva vidas enquanto estiver navegando.

As iscas médias foram as que mais funcionaram nesta pescaria, e por vezes os peixes maiores entravam em iscas de meia agua, sempre com barbelas curtas para que não enroscassem.

As ilhas com capim e troncos são os pontos mais frequentados pelos guias da região e são os locais que mais capturas realizamos, não direcione seus arremessos somente para as margens, arremesse para o meio do lago, os troncos submersos escondem verdadeiros monstros amarelos.

Material:

Utilizamos carretilhas que comportam 100 metros de linhas de multifilamento de 50 libras, varas de 5’6 pés (1,68), lider de 35 ou 40 libras de fluorcarbono.

Denis Garbo

 

Share

Quer pescar um recorde? Compre uma Rapala !

Para aqueles pescadores que sempre sonharam em escrever seus nomes no Hall da Fama da Pesca Esportiva, nada melhor do que conhecer os meandros da IGFA, ou melhor, International Game Fish Association. Traduzindo, Associação Internacional de Pesca Esportiva.
Trata-se da maior ONG de pesca do planeta com quase 30 mil membros ao redor do mundo. É ela que homologa os recordes mundiais de pesca mundo afora. Esses recordes só podem ser aprovados quando o pescador usa varas com molinetes ou carretilhas. Não vale nenhum outro tipo de pesca como linhada de mão, arpão, malhadeira, etc.

E o que a Rapala tem a ver com isso? Muito simples, a Rapala é simplesmente a marca de iscas artificiais que mais detém recordes no mundo.

Só para se ter uma idéia, em 2009 a IGFA homenageou a empresa pelos seguintes feitos:

  • 1º lugar em capturas com suas iscas artificiais: 29 recordes do mundo capturados e registrados no ano.
  • 2º lugar para balanças: 47 recordes do mundo medidos em balanças Rapala.
  • 3º lugar para linhas: 10 recordes do mundo capturados com as linhas de pesca Sufix (fabricadas pela Rapala).

A nível mundial, a Rapala tem 840 recordes por capturas, sendo 550 atribuídos às diferentes iscas fabricadas pela marca. Na entrega do prêmio estiveram presentes o primeiro ministro da Finlândia (Matti Vanhanen) e o Diretor Executivo da Rapala (Jorma Kasslin).

Mas agora que já sabemos que ter as iscas Rapalas em nossa caixa de pesca já representa meio caminho andado para obtermos sucesso com os peixes, como fazermos para homologar um recorde caso isso aconteça?

Como homologar um recorde junto à IGFA

O primeiro passo para um pescador tentar superar uma marca é levar para a pescaria uma lista de recordes dos peixes que poderão estar presentes na região na qual irá pescar, além de uma trena e uma balança aferida.

Existem modelos portáteis, aprovados pela própria IGFA, como o Boga Grip, ou os modelos de balança portáteis da própria Rapala, que são alicates de contenção com balanças. No Brasil, quem qualifica as balanças de mercado, açougues e correios é o Inmetro que, no entanto, não costuma aferir dinamômetros, ou seja, as balanças de molas como os Boga Grips e similares.

Ao quebrar um recorde, se o pescador tiver uma balança qualificada na embarcação, poderá soltar o peixe, após tirar fotos dos procedimentos de pesagem e medição. Caso contrário, a sugestão é levá-lo ao continente, sem limpá-lo, e pesá-lo em uma balança que ainda esteja dentro do prazo de validade. Então, terá de registrar fotos do peixe na balança, da aferição da balança usada e, se possível, do peixe, balança e placa de aferição do Inmetro (no caso brasileiro).

A seqüência de fotos é muito importante para o processo de homologação. Além das fotos do peixe na balança, é preciso imagens do pescador com o peixe, do material de pesca usado na captura e da medição da espécie em três posições: ponta da cauda até a ponta da boca, ponta da boca até a forquilha interna da cauda (se o peixe tiver cauda neste formato) e circunferência próxima à barbatana dorsal. O material fotográfico será incorporado à ficha preenchida com os dados de pesagem e medição, nomes de testemunhas, tempo de briga e outras informações.

O formulário, que se encontra no site da IGFA (http://www.igfa.org/PDF/IGFA_Record_Application_2011.pdf) deve ser enviado a um representante da IGFA, responsável pelo encaminhamento do pedido de homologação. Para a homologação é preciso pagar uma taxa: para os membros da IGFA, um recorde sancionado custa US$ 40.00; para pescador não-associado a taxa é de US$ 65.00 (sempre em cartão de crédito internacional).

O pescador pode se tornar membro da IGFA ao registrar um recorde, sendo este o procedimento mais correto e mais barato. Nesse caso, o pescador paga os US$ 40,00 anuais mais os US$ 40,00 do recorde (caso seja aceito) e passa a receber da IGFA informativos, patches, adesivos e um livro de Recordes com 400 páginas (World Record Game Fishes), que reúne artigos, formulários, curiosidades e lista de todas as marcas do mundo.

Para mais detalhes, contate a IGFA no endereço www.igfa.org ou os representantes Ian-Arthur e Ezequiel pelos e-mails ian@kaluapesca.com.br ou Ezequiel@kaluapesca.com.br que, como representantes oficiais da IGFA no Brasil, podem encaminhar os pedidos de homologação e a documentação necessária, além de esclarecer dúvidas e sugerir sites de balanças aferíveis.

Algumas curiosidades ligadas à IGFA e suas pesquisas

  • O maior peixe registrado como recorde já capturado com vara e carretilha/molinete foi um tubarão branco capturado na Austrália em 1959 com 1.208,380 quilos, ou seja, mais de uma tonelada e duzentas.
  • O desperdício de peixes (fauna acompanhante na pesca comercial) nos 27 maiores pontos de pesca dos EUA corresponde a se deixar de fazer 7 bilhões de sanduíches de filé de pescado. Cada meio quilo de camarão pescado no Golfo do México equivale a quase dois quilos e meio de peixes jogados fora.
  • No Pacífico é estimada a morte de 3,3 milhões de tubarões a cada ano pela pesca comercial.
  • Em 2004 eram estimados 25 milhões de pescadores amadores na Europa inteira.
  • Em 2005, 16 % da população americana acima de 16 anos pesca esportivamente. Isso representa aproximadamente 34 milhões de pessoas. Pescam em média 16 dias por ano. Eles gastam em torno de US$ 1.046,00 pescador/ano em despesas relativas à pesca esportiva.
  • Em 2001 nos EUA, 1,2 milhões de pessoas eram empregadas no mercado de pesca amadora enquanto apenas 170 mil pessoas eram empregadas pela pesca comercial. Enquanto isso, os danos ambientais são diametralmente opostos. Dados de 1997 estimam que quase 5 bilhões de quilos de peixes foram mortos pela pesca comercial enquanto apenas 120 milhões de quilos de peixes foram levados para casa pelos pescadores amadores.
  • O valor econômico do peixe Bonefish, enquanto ainda vivo, no estado da Flórida, chega a US$ 3.255 por ano cada. É quanto vale cada um destes esportivos peixes para a pesca esportiva. Quanto será que ele valeria morto na peixaria? Será que nosso tucunaré também não tem um valor econômico como esse ou até maior?
  •  O peixe mais venenoso do mundo é o peixe pedra (stonefish).
  • A quantidade de atuns pescada ao redor do mundo no começo dos anos 50 era de 500 mil toneladas. Em 2001 este número era de 3,7 milhões de toneladas. Será que dá tempo de eles ainda crescerem ou já os mata antes? Parece o caso de nosso Pantanal.
  • A profissão mais perigosa nos EUA é a de pescador comercial (provavelmente a do pescador de caranguejos no Alaska). O Esporte mais perigoso nos EUA é o basquete enquanto a pesca esportiva está na décima quinta posição.
  • O número estimado de anzóis de “long lines” (espinhéis de água salgada) de pesca comercial iscados por ano ao redor do mundo chega a 2 bilhões (dado de 2003). A cada 24 horas a pesca comercial coloca 100 mil milhas destes espinhéis nas águas dos oceanos.
  • A IGFA mantém mais de 24 mil membros ao redor do mundo, e mais de 6.700 recordes registrados.
  • O percentual de Striped Bass (peixe da capa de nossa edição número 108) devolvido com vida à água nos EUA  no ano de 200 representava 91 %.
  • Em 2004 foram descobertos ao redor do mundo mais 178 novas espécies de peixes.
  • O Atum Azul pode variar a temperatura de seu corpo dos 17 aos 33 graus Celsius (poucos peixes são capazes disso na medida em que a maioria não é capaz de regular a sua temperatura corpórea). Isso faz dele um peixe capaz de suportar enormes variações de temperatura e circular ao redor do mundo inteiro, em todos os oceanos, o que também faz com quer seja caçado em todos os locais do planeta.
  • O menor peixe do mundo chega a até 2 cm e chama-se goby. Existem cerca de 27 mil espécies ao redor do planeta.
  • É impossível reconstituir um estoque pesqueiro enquanto ele ainda estiver sendo pescado em demasia. Mesmo nos EUA, estoques em fase de planejamento de reconstituição continuaram sendo sobrepescados enquanto isso. Ou seja, só com moratória de pesca é capaz de se repor o que foi destruído.

 

OBS.: infelizmente o Brasil não dispõe de verbas para pesquisas no capo da Pesca Amadora e por conta disso não temos informações sobre valores e estoques de nossa economia tais quais pudemos observar acima. Contamos apenas com suposições…

Texto e Fotos: Ian-Arthur de Sulocki – Representante IGFA no Brasil e usuário confesso da Rapala há anos!

Share

“Entre safra” – Entre os dias quentes e frios

Saindo dos dias quentes e entrando nos frios, a pesca no mar fica um pouco confusa. Os peixes grandes não aparecem com freqüência e um dia que a pescaria tem tudo para ser a melhor, só aparecem peixes pequenos. Nas nossas caixas de iscas, o que reina são as iscas para as anchovas, olhetes, sororocas entre outros peixes grandes cobiçados. E se o mar não está nos dando peixes grandes? Essas iscas não vão pegar quase nada… Entra em cena as iscas ultra-lights (extra leves) para garantir a diversão. Essas iscas não passam de 5 centímetros e pesam até 7 gramas.

O equipamento indicado para esta pescaria consiste em um conjunto de molinete 1000, varinha de 8 libras de 7 pés e linha Squidgy Braid de 6 libras da Rapala com líder de 16 libras e snap. Procure varas maiores, a partir de 6 pés, lembrando que quanto maior a vara e mais fina a linha, mais longos serão os arremessos.

O local da pescaria é a região costeira das praias. Procure arremessar bem perto das pedras trabalhando a isca na meia água ou bem rente as pedras do fundo. As iscas indicadas são as de barbelas longas, como a Storm (DBTS 04), que alcançam maiores profundidades, capturando mais diversidade de espécies. Podem ser usadas também iscas que afundam (sinking), como a Mini Fat Rap. Essas de ação sinking, por serem mais pesadas, alcançam maiores distâncias no arremesso, possibilitando chegar mais perto das pedras, sem que o barco se aproxime tanto.

O trabalho mais indicado é o de ponta de vara, ou seja, após o arremesso, dê pequenos toques de ponta de vara para que a isca se movimente rápido e em seguida tenha uma parada. Isso pode ser rápido, com paradas mais longas ou bem rapidinho quase sem parar

As cores preferidas dos peixes de águas salgadas, são as verde-limão, cor de rosa, amarelas, cromadas e brancas. Claro que isso não é regra, podendo servir outras cores. Uma outra isca espetacular é o grub de 4 polegadas com jig head da Storm de 7 gramas. Os de cores brancas deram maiores resultados, pegando até robalos debaixo dos barcos atracados nas marinas. Nestes casos de marinas, arremesse o mais próximo dos barcos ancorados, deixe a isca afundar um pouco e comece a trabalhar a isca com a ponta da vara para cima e dê toques com a ponta da vara. Com esse equipamento e essas iscas, a pescaria se torna bem divertida, podendo pegar um grande numero de espécies e exemplares.

Os peixes que podem ser capturados nesse sistema são: badejo, garopa, ubarana, agulha, xarelete, robalo, sargo, salema, cioba entre outros peixes que vivem perto das costeiras, lages e parceis. Lembre-se que no meio destes pequenos, às vezes entra o grande. Prepare-se para a briga…

 

 

Texto: Roberto Conti

Fotos: Jum Tabata e R. Conti

Share